E eu pergunto: "Folha coerência existe?"

E está hoje a opinião final - será? - da Folha de S. Paulo sobre a novela Salve Jorge, de Glória Perez. É o momento derradeiro da maior perseguição que a imprensa brasileira fez contra uma novelista nos últimos anos, saíram as críticas construtivas e entraram a ridicularização de uma profissional que mudou os rumos da sociedade brasileira.
Pode até parecer puxação de saco vir aqui novamente defender a novelista Glória Perez, mas é também impossível - pelo menos para mim - ficar quieto com tamanhos absurdos que a Folha, a Editora Abril e o portal UOL proclamaram nos últimos meses, um jornalismo partidário e sensacionalista, digno de colocar o Caso Escola Base, no chinelo.
Do jornalista fazendo chacota com a morte de Daniela Perez em 2005, aos 'golpes de seringadas' e a apuração não realizada em diversas pseudos reportagens, ao sensacionalismo barato e raso da revista Veja e sua colunista no "Quanto Drama!", que sequer esperou Salve Jorge chegar ao fim para atacar a nova novela das nove de Walcyr Carrasco com a manchete ''Amor à vida se esbalda na fonte de Manoel Carlos" com as comparações esdrúxulas.
Escrita por Tony Góes, do portal F5, a crítica esculhamba o capítulo final de 'Salve Jorge', diz que 'foi um dos melhores programas de humor do ano', mas fecha com uma classificação tão incoerentes quanto à opinião do 'cri-critico' com a "Avaliação: Bom".
É aí me questiono, se não existe sentido no jornalismo do jornal com tal avaliação, para que devemos cobrar sentidos nas situações criadas por Glória Perez? 'Folha' coerência existe?
Claro não (?!).
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