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Gays brasileiros sofrem na mão de juízes homofóbicos para se casarem

Se em Maceió e Porto Alegre casais de homossexuais estão conseguindo oficializar suas uniões, em São Paulo Belo Horizonte e Rio de Janeiro estão passando pela decisão de juízes fundamentalistas, Luiz Marques titular da Vara de Registros Públicos há sete meses está negando todos o pedidos, justificando seu veto à frase homofóbica de que 'a lei associa casamento de homem e mulher', segundo reportagem da Folha, deste domingo.
Marques ainda pede para que todos os pedidos das uniões homoafetivas sejam sejam encaminhadas para ele. Em São Paulo, na última quinta-feira (31) o Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou a união de um casal de homens de Bauru.
Em Porto Alegre o arquiteto José Pacheco de 39 anos se casou no último dia 14, "Fui ao cartório em abril passado e, na mesma hora, marcaram a data. Deu tudo certo".
"As decisões do juiz são fundamentadas e devem ser respeitadas", disse a desembargadora Maria Regina Nova, do Tribunal de Justiça do Rio, mas completou "Eu entendo que a Constituição também veda expressamente atos discriminatórios, seja em razão de sexo, raça, cor ou religião."
Aqui em São Paulo no dia 29 de junho será realizado uma cerimônia coletiva de União Estável de casais homossexuais.

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