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ELEIÇÕES 2012: Liderança gay petista pressiona Haddad


Marta Suplicy na Parada LGBT de São Paulo
Segundo reportagem do Estadão desta quarta-feira (6) líderes LGBTs do movimento petista vão cobrar de Fernando Haddad em reunião nesta quinta-feira (8) posições concretas sobre 'propostas de combate à discriminação sexual' que é um tabu na campanha de Haddad, até então.
Ainda segundo a reportagem Marcos de Abreu Freire, coordenador do grupo LGBT da central Única de Trabalhadores (CUT) disse que "Nós não abriremos mão desta conduta". O assunto é de 'extrema cautela' e entre os assuntos que serão discutimos será sobre o kit anti-homofobia que foi cancelado depois de lideranças religiosas pressionarem a presidente Dilma Rousseff no ano passado.
Haddad enfrentará uma difícil missão que é agregar líderes da militância LGBT e religiosas, esta segunda sempre de gigantesco poder político para o presidente do PT municipal "É uma questão que é possível convergir". Haddad enfrenta em São Paulo um sério problema, que é conseguir os votos os órfãos petistas do governo Marta, principalmente quando se trata da militância LGBT que sempre conseguiu em Marta Suplicy uma aliada histórica (desde a década de 1980).
As propostas que empregam a comunidade LGBT são em cinco eixos: educação, saúde, transporte e trabalho. Em educação por exemplo o grupo propõe uma campanha de incentivo a professores transgêneros nas selas de aula, saúde o nome social (para travestis é um ponto crucial) fora criminalização da homofobia.

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