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"Esse foi meu Maracanazzo" diz professor chileno que invadiu o Maracanã


Um professor chileno que invadiu o Maracanã na na quarta-feira (18) deu entrevista ao portal UOL e contou como conseguiu entrar no Estádio, mesmo sem os ingressos.
O professor que pede para não ser identificado "seria muito complicado para mim se soubesse que um professor invadiu o estádio" disse o  rapaz que em depoimento em frente à delegacia onde esperava os outros três amigos que também invadiram o estádio porém foram pegos.
Ele conta que um portão da imprensa estava com uma corda de plástico, queimaram a corda e 'se disfarçaram, de segurança' e esperaram o momento exato, minutos antes de começar a partida.
Seguiram para o 'desconhecido' e quando chegaram na sala da imprensa um jornalista "branco, barbudo e latino, pois fala espanhol" indicou o caminho para seguirem para a arquibancada.
Ao chegaram em um 'encruzilhada' ele seguiu a direita e seus amigos, que foram pegos à esquerda, chegou a cruzar com um segurança, que foi gentil dando passagem para entrar, mas teve resistência de entrada na arquibancada, quando foi pego, mas logo solto após 'se debater': "Acho que o segurança ficou com medo de eu machucar alguém. Acabou me soltando. Depois, até me empurrou para cima. Acho que  vi que já não tinham mais o que fazer."
Ele disse ainda que saía do lugar sempre que chegava alguém com o tíquete da cadeira "vi os dois gols. A torcida estava fantástica. Já estamos na próxima fase do Mundial [...] Sei que fiz uma coisa errada. Sou professor, funcionário público estadual. É por isso não posso me identificar. De todo jeito, essa já é minha história desta Copa. Tenho três amigos aí dentro [detidos]. Disseram que eles têm que deixar o país em 72 horas. Estávamos pensando em ficar aqui no Brasil até o dia 7 de julho. Acho que teremos que voltar. Paciência. Mas tenho uma coisa a dizer: esse foi meu Maracanazzo."

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