'A gente não tolera preconceito e todo motorista que fizer isso é bloqueado imediatamente', diz a UBER sobre LGBTfobia - geraldopost

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'A gente não tolera preconceito e todo motorista que fizer isso é bloqueado imediatamente', diz a UBER sobre LGBTfobia

'A gente não tolera preconceito e todo motorista que fizer isso é bloqueado imediatamente', diz a UBER sobre LGBTfobia

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Um dos patrocinadores da "Parada do Orgulho LGBT de São Paulo", a UBER levará ninguém mais e ninguém que Pabllo Vittar (foto), como principal atração de um dos trios elétricos da empresa. A cantora Preta Gil, Mulher Pepita e Lia Clark. April Carrion, drag queen do programa "RuPaul's Drag Race", também estão confirmadas. A empresa vai patrocinar mais 15 "Paradas LGBTs" no país, além de eventos como Eterna Festival, da The Week, a Marcha do Orgulho Trans e o Milkshake Festival.

Foto: @geraldopost
Durante a coletiva de imprensa, que a UBER estava representada pelo gerente de marketing da empresa, Fabio Sabag, a empresa foi questionada por GERALDOPOST sobre situações de "LGBTfobia" contra seus clientes.

"Este tipo de comportamento é horrendo e a gente não quer este tipo de coisa nos carros de motoristas parceiros. Toda vez que qualquer tipo de evento deste é reportado pelo appweb, o motorista é bloqueado e não pode mais acessar a plataforma", disse Sabag, que falou também sobre a política de prevenção que a empresa adotou nos últimos anos. "Mais do que isso, temos um trabalho um pouco maior. Afinal de contas, este é um problema não só da UBER, mas sociedade em si. A gente tem, por exemplo, a distribuição de cartilhas, um curso junto à Prefeitura que fala disso, temos um aplicativo que simula diversas situações que o motorista vai pegar e toca na questão LGBTI", disse o gerente de marketing da empresa.

Segundo relatório da empresa, as ações sobre respeito e apoio à diversidade estão no DNA da UBER. "De acordo com uma pesquisa feita com funcionários no mundo todo, em 2017, 15% dos empregados espontaneamente se declararam LGBTQ+", informa a empresa em nota. "No Brasil, o grupo de funcionários que voluntariamente se engaja em iniciativas para tornar a empresa mais diversa e inclusiva já chega a 21% do quadro de empregados, que hoje tem cerca de 1.200 pessoas".

O gerente de marketing disse ainda da importância destes casos serem reportado à empresa. "É importante, o reporte no final de cada viagem. A gente não tolera este tipo de comportamento e todo motorista que faz isso é bloqueado imediatamente", completou sob aplausos. Assista ao vídeo da campanha "Vamos Juntos":


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