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Kit da Jornada Mundial da Juventude é contra adoção de crianças por gays e condena o estupro


Um kit distribuído aos jovens inscritos na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) expõe a opinião da Igreja Católica a assuntos polêmicos e controversos, como a adoção de crianças por casais homossexuais e o aborto.
Segundo reportagem do Estadão o kit condena o abordo, mas diz que "depois de um aborto, a mulher deve ser amparada", mostrando uma diálogo mais abrangente entre o novo Pontífice e o 'povo'.
"Não (representa homofobia), porque a questão é outra. Ter um filho não é um direito. O filho não é um bem de consumo. É preciso um homem e uma mulher parar gerar um filho." informa o manual no capítulo "A Teoria do gênero", quando tocam no assunto de adoção de crianças por casais homossexuais.
Ainda segundo a reportagem o manual ainda toca no assunto da 'nova família', casais entre pessoas do mesmo sexo: "é essencial ser amado pelos pais, mas não basta. Criar, educar um filho ultrapassa o lado afetivo embora todos os componentes se misturem. A criança precisa de pai e mãe para se desenvolver", o manual rotula a pesquisa com células-tronco embrionárias como "imoral" e que o tratamento de pré-natal "serve frequentemente para detectar anomalias" levando "frequentemente" ao aborto.
A CAMINHO
No avião que traz o Papa Francisco ao Brasil, vários jornalistas entrevistaram o Papa, aos brasileiros eles brincou dizendo "Vocês já têm Deus brasileiro, queriam um papa brasileiro também?" com muito humor, segundo reportagem do Estadão.
Francisco ainda brincou dizendo que "Você não são os santos aos quais sou devoto [...] Mas esses leões não são tão ferozes" ao responder uma jornalistas mexicana que disse que o Papa deixou o conforto da primeira classe para se 'reunir' com os "Leões".
Ao ser questionado sobre quem ganharia a Copa de 2014, Francisco olhou para o céu, em menção aos "deixar nas mãos de Deus".
O voo decolou às 11h51 de Roma e deve chegar ao Brasil, por volta das 16h, com 105 pessoas a bordo.