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Em 2002, Gloria Perez foi elogiada por FHC e homenageada pelo FBI

A autora Gloria Perez ganhou um prêmio do FBI por causa da campanha antidrogas que realizou na novela O Clone, exibida em 2001 e 2002 que chega ao fim neste final de semana no VIVA. Desenvolvida através dos personagens Mel (Débora Falabella), Nando (Thiago Fragoso) e Lobato (Osmar Prado), a campanha contribuiu para a desmistificação do perfil do usuário de drogas e ampliou o número de dependentes em busca de apoio nos centros de recuperação.


Gloria Perez mesclou depoimentos reais de usuários à trama, desde anônimos até pessoas famosas, como o ator Carlos Vereza e a cantora Nana Caymmi. A audiência reagiu e foi subindo capítulo a cada capítulo, chegando a registrar 60 pontos.

Ainda em 2002, a autora foi elogiada pelo Presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB), através do porta-voz da presidência: "O presidente realmente assiste eventualmente a episódios da novela e entende que tem sido positiva sua repercussão no sentido de incentivar um número maior de pessoas a buscar apoio", disse o porta-voz segundo reportagem da Folha.

"É bom nos organizarmos, difundirmos mensagens, mas é bom chegar ao coração das pessoas. A novela 'O Clone' está chegando aos nossos lares e corações", disse o general Alberto Cardoso, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional do Governo de FHC dias antes, ao assinar convênio entre a Agência Brasil (agência de notícias estatal) e a Secretaria Nacional Antidrogas para divulgar mensagens antidrogas.

"Se a mídia tocar o emocional, o íntimo das pessoas, mandando mensagens lógicas e argumentos positivos contra as drogas, teremos a possibilidade de nos entranharmos nas células de cada um dos jovens brasileiros que precisam do nosso apoio", completou na época.

Segund o Senador Pedro Simon (PMDB-RS) não poupou elogios à autora, na abordagem das drogas: "Que belo trabalho este! É um exemplo do que pode fazer a televisão quando quer. Quero deixar aqui o meu abraço à autora da novela, Glória Perez, e à Rede Globo", disse Simon na época.

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