A atriz Regina Duarte deu uma entrevista para a Folha e disse que não hoje aceitaria o convite para a Secretaria Especial de Cultural, que ficou por 75 dias, no Governo Bolsonaro. A atriz escindiu um contrato de 50 anos com a Globo para trabalhar no Governo Bolsonaro: "Arrependimento?Não repetiria. Hoje, não aceitaria."
A entrevista foi durante o lançamento do livro O Lado B de Boni, de Boni, ex-todo poderoso da Globo que levou a atriz para a emissora carioca em 1969. "Boni é um grande amigo. Temos uma história de 60 anos .... Amor, gratidão, respeito e amizade. Foi ele quem me chamou para a Globo. Isso foi em 1969 e eu estava na TV Excelsior trabalhando na novela "Dez Vidas". Ele me chamou numa quinta-feira, e na segunda, eu estava na Globo".
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Questionada se voltaria fazer novela ela diz que não aceitaria: "Quem sabe uma pontinha, uma aparição ou uma participação bem pequena?", respondeu e nega ter sido ignorada em eventos com colegas da classe artística: "Alguns vieram falar comigo, sim. Não fico sentida. Foram 74 dias suficientes para me mostrar que não era nem é a minha praia. Absolutamente. Na verdade, tenho pena de quem frequenta essa praia. Não é fácil. Então, estou fora e feliz. Aprendi muito", disse sobre o tempo que passou na secretaria especial de cultura e que continua apoiando Bolsonaro: "Sim. Bolsonaro, Bolsonaro e Bolsonaro. Se ele falar que cede para o Tarcísio, eu voto em Tarcísio".


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