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The Society estreia segunda pista, mas ascende luz amarela

A estreia da segunda pista hoje na The Society, levanta um fator bem preocupante ao circuito LGBT de São Paulo, o populismo. O que tem gerado na última década um sem fim de opções e de péssimos exemplos. Apesar da empresa The Week, ser um anexo muito mais importante do que uma simples boate gay de São Paulo, é neste ponto de partida que se corre o risco de se popularizar demais.
Apesar de grande e bem diferente das demais baladas que martelam na cabeça dos clientes sempre os mesmos djs, o grupo The Week traz quase que mensalmente um grande nome internacional para tocar ao lado dos residentes, que são muito bons.
Mas está correndo um risco sério quando se trata de repetição, o que aconteceu com a Bubu Lounge e a Mega Fun, que virou Megga e saiu de cena no maior dos fracassos, o que a The Week de positivo é o lado empreendedor dos donos, nada ali é feito apesar para impressionar, tudo é pensando estrategicamente para ser cada vez maior e melhor, o que a Megga fez bem pelo contrário.
Quando o negócio bombou com a gerência de Duda Hering, tiraram-o posto e para fechar não demorou nada, não quero que o mesmo aconteça com a The Society ou The Week, mas só quero que André Almada e demais donos, pensem muito bem antes de expor demais seus residentes, é muito melhor que ser excelente em uma empresa do que razoável em duas.
Portanto, muita merda (afinal são todos membros de um grande teatro) e que façam da noite de sexta algo realmente excelente, pois a noite está há anos em uma luz amarela piscante.

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