Marcos alega que delegada não tem 'atribuição' para investigar caso de agressão no 'BBB 17'

Marcos e Emilly uma briga no BBB17 (reprodução/TV Globo)

Segundo a coluna Gente Boa, do jornal O Globo, Marcos Harter, o ex-participante do Big Brother Brasil 17 que foi expulso 'por agredir' a participante Emilly Araújo - com quem tinha um relacionamento no programa -, entrou com pedido de habeas corpus para suspender as investigações de agressão.


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Marcos alega que a delegada do Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá (DEAM), Viviane da Costa, não tem 'atribuição para presidir o inquérito' e que Emilly não formalizou a acusação de agressão.

Ainda segundo o jornal, juiz Marco Couto, da 1ª Vara Cível de Jacarépaguá, determinou que a delegada preste esclarecimentos sobre o caso em 72 horas para decidir sobre o pedido de Harter.

EMOÇÃO

Segundo o portal de notícias G1 a delegada disse que o depoimento de Emilly foi marcado por emoção e ressaltou que em casos de relacionamento abusivo a emoção da mulher acaba dificultando tudo.

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"Teve emoção, ela estava numa delegacia. Outras mulheres ficam da mesma forma. Ela foi pega de surpresa, além disso, envolve um assunto que trata de violência," disse a delegada ao G1. A delegada ainda ressaltou a estatística que se refere à violência contra a mulher e pediu para que as mulheres aproveitassem que o assunto está na mídia e analisarem seu relacionamento.

A lesão corporal, explica a delegada, é apenas quando existe marcas físicas, porém o cirurgião pode ser enquadrado em outros tipos de violência "a violência não é somente quando deixa marca. Xingamentos e dedo no rosto caracterizam violência psíquica", completou.

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