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POR AMOR: Trama de Inès e Meg foi inspirada em socialite da vida real


Nesta semana na novela Por Amor (re) vimos um casamento nada comum, o autor Manoel Carlos uniu ficção e realidade, como bom cronista das telenovelas brasileiras. Foi com o casamento de Inès e Fadul Abdala, um casal de cachorros. Na foto acima, capa do caderno de TV do jornal O Estado de S. Paulo, mostra como a trama dos emergentes e da cadela Inès movimentou e conquistou os telespectadores da época: "Francoise Fourton se diverte com as façanhas de Meg, a nova rica que dá o toque de humor à novela das 8,m na Globo". 


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O casamento de Inèz e Fadul aconteceu no capítulo que foi ao ar na segunda-feira (2), a trama vem conquistando audiência alta na faixa do Vale a Pena Ver de Novo, e provocando novas discussões em torno de diversos assuntos. A pug - raça escolhida a dedo pelo autor Manoel Carlos - retratou a ascenção social da época o que é chamado em cerna de emergentes.

Meg (Françoise Fourton) é uma ricaça emergente, casada com Trajano (Ricardo Petraglia), esbanja simpatia, futilidades e breguices, como uma estátua da liberdade na sala de casa, pais de Laura (Viviane Pasmanter) e Nathália (Júlia Almeida) adotaram a pequena Inès. "Inès (o nome da personagem é o mesmo na vida real) foi selecionada por acaso: a cadela caminhava no calçadão de Ipanema, no Rio, quando uma das produtoras de Por Amor se deparou com ela, em maio de 97.", conta reportagem da Folha, capa do Caderno de TV de 12 de abril de 1998.

Maneco, que é um dos mais notáveis autores da novela dos últimos tempo, sempre escreveu suas tramas com um pé na ficção e outro na realidade, e soube do 'interesse' de Fadul em Inèz e decidiu unir a vida real com a ficção. "Achei que, ao casá-los, criaria uma situação engraçada, leve, e que o público gostaria. Deu certo, pois, no bloco do capítulo em que o casamento aconteceu (na última segunda-feira), houve picos de 54 pontos de audiência", comemorou na época.

A novela Por Amor, enfrentou em 1998, um a das maiores crises de liderança que a Globo já viu em sua história, embora nunca tenha perdido para a concorrência, foi ameaçada diversas vezes, teve capítulos alterados, cenas antecipadas e enredo  modificado, como a possível morte de Eduarda (Gabriela Duarte) que estava a sinopse original. Manoel Carlos mudou com a novela no ar, para agradar o público. A novela enfrentou o sucesso dos programas sensacionalistas da época, como Márcia (SBT) e Ratinho Livre (Record), e teve abaixo do esperado, em torno de 47 pontos.

CACHÊ DE ESTRELA

Inèz foi escolhida enquanto passeava pelo calçadão no Rio de Janeiro, estava lá tomando seu sol matinal e foi vista pela produtora de elenco da novela que preferiu fugir das agências convencionais para animais que geralmente pede valores muito altos. Mas Inès não ganhava pouco não, eram R$ 1,200 por mês. "O cachê despertou a inveja de parte do elenco da novela, que teria considerado o valor elevado para uma 'atriz' não-humana", conta a reportagem, que informa ainda que a procura pela raça pug teve um aumento) adotaram a pequena Inès. Inès (o nome da personagem é o mesmo na vida real) foi selecionada por acaso: a cadela caminhava no calçadão de Ipanema, no Rio, quando uma das produtoras de Por Amor se deparou com ela, em maio de 97.", conta reportagem da Folha, capa do Caderno de TV de 12 de abril de 1998.

Maneco, que é um dos mais notáveis autores da novela dos últimos tempo, sempre escreveu suas tramas com um pé na ficção e outro na realidade, e soube do 'interesse' de Fadul em Inèz e decidiu unir a vida real com a ficção. "Achei que, ao casá-los, criaria uma situação engraçada, leve, e que o público gostaria. Deu certo, pois, no bloco do capítulo em que o casamento aconteceu (na última segunda-feira), houve picos de 54 pontos de audiência", comemorou na época.

A novela Por Amor, enfrentou em 1998, um a das maiores crises de liderança que a Globo já viu em sua história, embora nunca tenha perdido para a concorrência, foi ameaçada diversas vezes, teve capítulos alterados, cenas antecipadas e enredo  modificado, como a possível morte de Eduarda (Gabriela Duarte) que estava an sinopse original. Manoel Carlos mudou com a novela no ar, para agradar o público. A novela enfrentou o sucesso dos programas sensacionalistas da época, como Márcia (SBT) e Ratinho Livre (Record), e teve abaixo do esperado, em torno de 47 pontos.

CACHÊ DE ESTRELA

Foto: Felipe Hanower/O Globo

Inès, para quem não sabe, era a filha de Jorge Amado e Zélia Gattai. Para escrever o enredo da personagem, o autor se inspirou em uma perua da vida real, a socialite carioca Vera Loyola, que também tinha uma pug e segundo reportagem do jornal O Globo Meg e Inès foram inspiradas na socialite carioca, que fazia festas badaladas e regadas a luxo para a cadela a ponto de doar um colar de brilhantes para um leilão do fome zero em 2003, a cadela morreu em 2012.


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